23.06.09 :: Vacina contra câncer de pele e rins

Já existe vacina anticâncer para a pele e os rins. Foi desenvolvida por cientistas médicos brasileiros e mostrou-se eficaz tanto no estágio inicial como na fase mais avançada.
A vacina é fabricada em laboratório e é feita a partir da utilização de um pequeno pedaço do tumor do próprio paciente. Em 30 dias está pronta, e é remetida para o médico-oncologista do paciente.

Médico responsável pelo desenvolvimento da vacina: José Alexandre Barbuto
Hospital Sírio Libanês - Grupo Genoma.
Telefone do Laboratório:0800-7737327
Para maiores detalhes, falar com Dra. Ana Carolina ou Dra. Karyn.

Fonte: http://www.vacinacontraocancer.com.br


17.06.09 :: A Gripe Suina

Dr. Esper Kallas, médico infectologista da USP e do Hospital Sírio Libanês, comenta o impacto causado pelo vírus da gripe suína.
                                       

  O vírus que causa a gripe, conhecido como influenza, é um dos mais estudados pelos cientistas até hoje. Foram desvendadas sua estrutura e variações genéticas, decifrados os meios que usa para produzir a doença, disponibilizados remédios para o tratamento e até conhecidos detalhes do vírus que causou a famosa “gripe espanhola”, no início do século 20. Há pouco, ouvimos falar muito da gripe aviária e muita galinha caminhou para a morte pela simples possibilidade de esse vírus rondar o país em que viviam.
Infelizmente, conhecemos também o lado ruim da gripe: sua capacidade de causar epidemias. Os exemplos históricos são assustadores. O mais marcante foi a “gripe espanhola”, que provocou a morte de 40 milhões a 100 milhões de pessoas em todo o planeta. Após a gripe espanhola, outras duas epidemias ocorreram: a gripe asiática, no fim dos anos 1950, que provocou cerca de 1 milhão a 1,5 milhão de mortes, e a gripe de Hong Kong, no fim dos anos 1960, que matou ao redor de 1 milhão de pessoas.
Essas epidemias aparecem de tempos em tempos, mas ainda não conseguimos prever o intervalo entre elas. Já se passaram 40 anos desde a última. Cabe a nós ficarmos vigilantes. Por isso, as várias organizações nacionais e internacionais realizam monitorizações permanentes. Os dados são gerados em um grande número de paises, informando a ocorrência de casos, a circulação de novos vírus e sua capacidade de produzir doença.
 Foi essa vigilância constante que possibilitou detectar a ocorrência de casos de gripe no México e identificar o vírus responsável: o tipo A subtipo H1N1, que se adaptou em porcos (daí o nome inicial de “gripe suina”). Graças a ela, é possível dizer que esse vírus está se alastrando por vários outros países.
Tudo leva a crer que o vírus H1N1 continuará a ser transmitido em todo o mundo, e o Brasil não deverá ser uma exceção. Portanto, é fundamental que sejam rapidamente implementadas, inclusive no Brasil, medidas para detectar casos dessa infecção e adotar condutas efetivas que possam minimizar a sua disseminação. Especialmente, porque entramos agora na estação de meses frios no sul e no sudeste do país, quando os vírus da gripe se espalham com mais facilidade.
O que podemos esperar, então? Já sabemos que, como na maioria dos surtos de gripes, a infecção por esse vírus causa os seguintes sintomas: febre, dores de cabeça e pelo corpo, dor de garganta e tosse, sintomas, frequentemente, fortes o suficiente para afastar as pessoas do trabalho e da escola. Também sabemos que a gripe é transmitida de pessoa para pessoa, através das secreções respiratórias e do contato.
Gripes podem levar à morte, esteja ela relacionada com a doença propriamente dita ou em consequência de complicações, como a pneumonia e as infecções disseminadas. Essas mortes ocorrem todos os anos. Por isso, o governo brasileiro decidiu adotar a vacinação contra a gripe em pessoas acima de 60 anos.
Logo que foram identificados os primeiros casos da “gripe suina”, surgiu o temor que essa nova doença pudesse ser tão grave e mortal como foi a “gripe espanhola”. Com certo alívio, o que estamos vendo nos casos mais recentes é que a “gripe suína” se comporta como uma gripe comum.
Ainda não sabemos o que ocorreu no México em detalhes (e isso precisa ser investigado), mas não há confirmação de morte (até o presente momento) não associada ao surto mexicano, entre os mais de 150 casos notificados fora daquele país.
Esse número certamente irá aumentar com o passar dos dias e das semanas. Dificilmente o Brasil será poupado e a melhor forma de combater a “gripe suina” é informar a população.
Podemos minimizar a transmissão do vírus lavando sempre as mãos, usando lenços descartáveis para cobrir boca e nariz, ao tossir ou espirrar, evitando o contato com muitas pessoas, se ficarmos doentes. O uso das máscaras descartáveis tem efeito muito limitado na prevenção em pessoas que não estão gripadas e eu não as recomendo. Não há qualquer problema em comer carne de porco bem cozida (o lombinho está garantido!).
 É importante, também, conhecer os sintomas e procurar assistência médica adequada tão logo eles se instalem.
A “gripe suina” representa um novo desafio para a saúde pública. Pela primeira vez, após consolidado o conhecimento sobre a transmissão da gripe, vemos um novo vírus influenza originário de animais ser transmitido para os humanos. O sistema de saúde de vários países está sendo posto à prova pela atual capacidade de comunicação e transparência com que as pessoas estão sendo informadas. Devemos gerenciar a informação e a experiência adquiridas com estratégia e inteligência para não disseminar o pânico.
 
Esper Kallas - Médico infectologista

Fonte: Site Dr. Dráuzio Varela

 


17.06.09 :: Hipertensão

Os antigos pensavam que o órgão central da circulação seria o fígado, porque nas autópsias encontravam grande quantidade de sangue em seu interior. Imaginavam que as veias levariam o sangue do fígado para a periferia e que o ar da respiração seria conduzido pelas artérias (daí o nome) para refrigerar os órgãos internos.
Hoje sabemos que o coração é um músculo com quatro cavidades que funcionam como bomba hidráulica. Quando se dilatam ficam cheias de sangue; ao contraírem-se, pressionam o sangue venoso para os pulmões e o sangue já oxigenado através das artérias, com a finalidade de distribuir oxigênio e nutrientes para todos os tecidos.

A bomba cardíaca trabalha sem parar: em seu interior passam 5 a 6 litros de sangue por minuto.

O sistema circulatório é fechado: o sangue impulsionado pelo coração para percorrer as artérias voltará pelas veias. É como no encanamento de uma casa na qual a água da caixa fosse impulsionada por uma bomba e, depois de utilizada, passasse por um filtro e retornasse para ser bombeada de novo.

A pressão arterial é conseqüência da força que o sangue faz contra as paredes das artérias para conseguir circular pelo sistema.

Se o sangue saísse do coração sem pressão nenhuma, não teria condições de circular e morreríamos em poucos minutos por falta de oxigênio nos tecidos.
O organismo é muito sensível a aumentos de pressão. Se o sangue for bombeado constantemente sob pressão mais alta, vários órgãos entrarão em sofrimento. Em situações extremas, quando acontecem aumentos bruscos de pressão, pode haver colapso do sistema e morte súbita.
Quando o coração se contrai (sístole) para expulsar o sangue de seu interior, a pressão nas artérias atinge o valor máximo: é a pressão máxima ou sistólica. Quando sua musculatura relaxa (diástole) para permitir que o sangue volte para encher suas cavidades, a pressão cai para valores mínimos: é a pressão mínima ou diástólica.
Com o aparelho, procuramos medir esses dois níveis de pressão - máximo e mínimo - em centímetros ou milímetros de mercúrio. Assim, quando dizemos que uma pessoa apresenta pressão de 12 cm por 8 cm (o mesmo que 120 mm por 80 mm), queremos explicar que o coração, ao bater na sístole, impulsiona o sangue pelas artérias com pressão igual à exercida por 12 cm (ou 120 mm) de uma coluna de mercúrio; e, que, na diástole, ao relaxar a musculatura cardíaca, a pressão arterial cai para 8 cm (ou 80 mm).

A pressão arterial não é constante no decorrer do dia: em repouso ou dormindo, com os vasos relaxados, ela tende a cair; e a subir quando fazemos esforço físico, estamos agitados, nervosos ou submetidos a condições de estresse.

Por isso, é muito importante que a pressão seja medida com aparelho aferido regularmente, que o manguito seja inflado devagar e que seja adequado ao diâmetro do braço. Por exemplo, crianças precisam medir a pressão com manguitos menores e pacientes obesos, com manguitos mais largos para evitar erros de medida.
Além desses, é preciso tomar os seguintes cuidados ao medir a pressão, para evitar a chamada síndrome do avental branco, responsável pelo aumento dos níveis por causa da tensão que a presença do médico e o ambiente podem ocasionar:

Você deve estar sentado e o aparelho ajustado em seu braço à altura do coração. Não falar, e descansar de 5 a 10 minutos em ambiente calmo, antes de efetuar a medida;
Você não deve ter praticado exercício ou realizado esforço físico nos últimos 60 a 90 minutos;
Você não deve ter ingerido bebidas alcoólicas, alimentos ou fumado nos últimos trinta minutos;
Você não deve estar com a bexiga cheia nem com as pernas cruzadas.
Quando os valores obtidos estiverem elevados, a pressão deverá ser medida 1 a 2 minutos mais tarde. Se permanecerem elevados, o ideal é medi-la novamente em ambiente doméstico.

É preciso muita cautela antes de rotular uma pessoa como hipertensa.

Nos adultos com pelo 18 anos, a pressão arterial pode ser classificada de acordo com os critérios internacionais ordenados na tabela abaixo:

Classificação Pressão máxima (cm) Pressão mínima (cm)

Ótima < 12,0 - e - < 8,0
Normal < 13,0 - e - < 8,5
Limítrofe 13,0 a 13,9 - ou - 8,5 a 8,9


Hipertensão
Estágio 1 (leve) 14,0 – 15,9 - ou - 9,0 – 9,9
Estágio 2 (moderada) 16,0 – 17,9 - ou - 10,0 – 10,9
Estágio 3 (grave) 18,0 ou mais - ou - 11,0 ou mais

De acordo com o Ministério da Saúde, em nosso país existem 43 milhões de hipertensos, assim distribuídos de acordo com a faixa etária:

Cerca de 30% dos adultos;
50% da população acima de 50 anos;
60% da população acima de 60 anos.
A hipertensão é doença democrática que se instala em crianças, mulheres e homens de todas as etnias e condições sociais. Por razões genéticas, mulheres e homens negros correm mais risco de desenvolvê-la.

Aumentos de peso e de pressão arterial caminham de mãos dadas. As diminuições também: nos hipertensos, para cada 1 kg perdido a pressão cai em média 1,3 mm a 1,6 mm.

Existe relação nítida entre peso corpóreo e pressão alta. A obesidade provoca alterações no metabolismo que contribuem para fazer as terminações nervosas, que controlam a abertura e o fechamento dos vasos (vasodilatação e vasoconstricção), manterem os vasos mais contraídos. Para vencer a resistência aumentada à passagem do sangue, o coração é obrigado a fazer mais força, que se reflete no aumento da pressão arterial.
Assim, uma pessoa obesa que tenha pressão 15 por 10 - hipertensão estágio 1 -, ao perder 10 quilos, terá a pressão diminuída para aproximadamente 13,5 por 8,5, faixa considerada limítrofe. Se perder 20 quilos, sua pressão voltará ao normal.
A perda de peso constitui a medida não farmacológica mais eficaz no tratamento da hipertensão. Ela também aumenta a eficácia dos medicamentos anti-hipertensivos em indivíduos obesos ou não.

Hipertensão arterial é doença traiçoeira, só provoca sintomas em fases muito avançadas ou quando ocorre aumento abrupto e exagerado.

Muitas pessoas acreditam que o aumento da pressão provoque sintomas como tontura, dor de cabeça, palpitações ou pontos brilhantes que turvam a visão e, como nada sentem, passam anos sem medir a pressão. Não é verdade que esses sintomas tenham alguma coisa a ver com a pressão. A única forma de fazer o diagnóstico de hipertensão é medir a pressão arterial.
Quanto mais cedo for diagnosticada, melhor o resultado do tratamento. O ideal é que a pressão seja medida a partir do primeiro ano de vida, nas consultas pediátricas.
Nos adultos com pressão de até 12 por 8, basta medi-la uma vez por ano. Entre esse valor e 14 por 9, uma vez a cada 6 meses. Acima de 14 por 9, os controles devem ser muito mais freqüentes, porque nessa faixa a doença deve obrigatoriamente ser tratada.

Dr. Drauzio Varella

   

 


17.06.09 :: Climatério e Menopausa

Climatério e menopausa não são sinônimos. Climatério é uma fase de limites imprecisos na vida feminina; compreende a transição do período reprodutivo para o não reprodutivo. Menopausa, ao contrário, tem data para começar: a da última menstruação da vida.
Enquanto o homem espalha centenas de milhões de espermatozóides a cada ejaculação, a mulher investe toda a energia na produção de um único óvulo por mês. Todos os óvulos que produzirá terão sua origem em células germinativas (ou folículos) dos ovários já presentes no instante do nascimento. As meninas nascem com um a dois milhões dessas células germinativas.
Em cada ciclo menstrual um comando hormonal complexo recruta um grupo de folículos para produzir o óvulo daquele mês. Os que perderem a oportunidade enfrentarão a impiedosa seleção natural, e morrerão. Por causa dessa competição, quando chegar a primeira menstruação, o número de folículos estará reduzido a cerca de 400 mil.
Os folículos em luta para formar óvulos são os principais produtores dos hormônios sexuais que fazem a fama das mulheres. O folículo é a unidade funcional do ovário. Mulher nenhuma é capaz de formar novos folículos para repor os que se foram. Quando morrem os últimos deles, os ovários entram em falência e as concentrações de estrogênio e progesterona caem irreversivelmente.
De cada quatro mulheres, pelo menos três experimentam sintomas desagradáveis no climatério. As ondas de calor resultantes de sintomas vasomotores são os mais típicos; estão presentes em 60% a 75% das mulheres. Surgem inesperadamente como crises de calor sufocante no tórax, pescoço e face, muitas vezes acompanhadas de rubor no rosto (a temperatura da pele chega a subir cinco graus), sudorese (que pode ser profusa), palpitações e ansiedade. As crises geralmente duram de um a cinco minutos e podem repetir-se diversas vezes por dia.
A queda dos níveis dos hormônios sexuais altera a consistência do revestimento da vagina, da uretra e das fibras do tecido conjuntivo que conferem sustentação à mucosa dessas regiões. Podem surgir incontinência urinária, ardência à micção, facilidade para adquirir infecções urinárias e corrimentos ginecológicos. Os músculos que formam o assoalho responsável pela sustentação dos órgãos genitais e bexiga urinária enfraquecem e podem surgir prolapsos (útero e bexiga caídos). Os pêlos pubianos ficam mais ralos, os grandes lábios mais finos, a mucosa vaginal perde elasticidade e flexibilidade podendo sangrar e doer à penetração. Diminuição da resposta à estimulação clitoriana, secura vaginal e redução da libido são queixas freqüentes. A fisiologia do orgasmo, no entanto, não é alterada.
A falta de estrogênio resseca e torna a pele mais fina, enrugada, menos elástica e as unhas frágeis. Os pelos pubianos e axilares se tornam mais ralos. O colágeno da derma mais profunda começa a ser perdido a uma velocidade média de 2% ao ano, durante os 10 primeiros anos de menopausa.
Ricas em receptores para estrogênio e progesterona, as células das glândulas mamárias se hipotrofiam com a falta desses hormônios. O espaço deixado entre elas é substituído por tecido gorduroso. As mamas se tornam mais flácidas, o mamilo fica mais achatado e perde parcialmente capacidade de ereção.
A partir da menopausa, 1% a 4% da massa óssea é reduzida a cada ano que passa. A perda é mais sentida nas vértebras e nas extremidades dos ossos longos. Mulheres de raça branca ou amarela, baixa estatura, peso corpóreo baixo e com história familiar de osteoporose são mais suscetíveis. Além desses, há fatores evitáveis que aumentam o risco de perda óssea: dietas pobre em cálcio, com excesso de vitamina D, ingestão exagerada de cafeína, de álcool, tabagismo, vida sedentária e o uso de certos medicamentos.
Através de mecanismos mal conhecidos, menor produção de estrogênio modifica os níveis de dopamina, noradrenalina e serotonina em certas áreas do sistema nervoso central. Como conseqüência, as mulheres no climatério estão sujeitas a quadros depressivos, dificuldade de memorização, irritabilidade, melancolia, crises de choro, humor flutuante e labilidade emocional.
Mulheres de 45 a 55 anos, que ainda menstruam, apresentam apenas um terço das doenças cardiovasculares dos homens nessa faixa etária. A chegada da menopausa aumenta gradualmente a incidência dessas enfermidades no sexo feminino, até igualar-se a dos homens ao redor dos 70 anos.

                                                                
Dr. Drauzio Varella

   


06.05.09 :: Prêmio Brasil de Medicina 2009

O prêmio tem como objetivo destacar e premiar o trabalho de médicos brasileiros por seu desempenho e ética no exercício da profissão. A homenagem abrange 48 especialidades reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina. A décima edição da premiação aconteceu no sábado, 02 de maio, em São Paulo. Segundo nota publicada no Jornal The New York Times, essa última edição se consolida como a maior premiação médica do planeta: “Nenhuma outra premiação do mundo extrapolou tantas regiões de um país para apresentar em uma noite nomes notáveis de diferentes especialidades médicas”.   

 


06.05.09 : Medicina baseada em vegetais no combate ao câncer de pele 

Cientistas americanos elaboraram um remédio à base de vegetais que ajuda a prevenir o melanoma, uma das formas mais letais de câncer de pele. O teste, feito em ratos de laboratório, demonstrou que esse tipo de composto combinado com Selênio - usado para reduzir as doses e permitir a aplicação intravenosa - combate mais efetivamente o tumor, além de representar menos efeitos tóxicos para o paciente.
A couve e o brócolis são os principais vegetais na elaboração do medicamento.

 


 

06.05.09 : Detectando sinais prévios da doença de Alzheimer 

Um estudo publicado pela Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia demonstra resultados significativos quanto ao desenvolvimento de um teste para detectar previamente sinais da doença de Alzheimer através de biomarcadores presentes no líquido da medula espinhal.  
São avaliadas as proteínas beta-amilóides 42 e tau (indicadores da doença). Segundo a pesquisa, a precisão do teste variou entre 87% e 96,4%, dividindo este resultado, de um total de 410 pessoas, entre pacientes com características cognitivas normais e diagnósticos da doença confirmados através de autópsias.
“... A proposta é atraente, mas não se pode causar alarde, porque são marcadores em testes”, ressalta Lea Grinberg, patologista e coordenadora do Banco de Cérebros da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.